Danbury, CT - Wednesday, March 10 2010
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Imigração

Ted Kennedy apresenta proposta para limitar o número de deportações

Senador Ted Kennedy, conhecido por sua luta pelos imigrantes indocumentados, apresentou uma proposta na última semana que limitaria o número de deportações

Reprodução
Ted Kennedy foi um dos senadores que propôs em 2005 uma reforma geral nas leis de imigração. Três anos depois do fracasso de aprová-la no senado, o democrata volta à luta na tentativa de tornar as leis mais humanas para os imigrantes.

Ted Kennedy foi um dos senadores que propôs em 2005 uma reforma geral nas leis de imigração. Três anos depois do fracasso de aprová-la no senado, o democrata volta à luta na tentativa de tornar as leis mais humanas para os imigrantes.

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O Senador Democrata Edward “Ted” Kennedy continua lutando para que os imigrantes vivam de forma mais tranquila nos Estados Unidos. Em proposta apresentada na semana passada, o político pede um limite no número de deportações.

O democrata considera que as atuais políticas de imigração do país são permeadas pela injustiça. Por isso, propôs que os consulados americanos revejam as negativas de visto para parentes de imigrantes com cidadania americana ou com residência permanente.

Kennedy também pede mais compreensão nos pedidos de concessão de asilo e revisão no estatuto de limites nos procedimentos de deportação. Vinte e um senadores defenderam a proposta dele.

Em 2005, junto com o Senador John McCain, Kennedy apresentou uma proposta de reforma imigratória que beneficiaria os estimados 12 milhões de imigrantes nos Estados Unidos. Apesar das boas intenções, a proposta nunca foi aprovada.

Imigrantes afetados mundialmente
Ao mesmo tempo em que o político continua a luta pelos imigrantes nos Estados Unidos, um relatório sobre Migração Internacional emitido este ano pela Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE) diz que os trabalhadores imigrantes são os mais afetados pelas atuais condições do mercado de trabalho mundial.

Segundo o documento, o número de imigrantes desempregados na Irlanda, Espanha e Estados Unidos dobrou desde o início da crise. Como exemplo, a OCDE cita a Espanha: no primeiro quadrimestre de 2009, o país das touradas registrou uma taxa de desemprego entre os imigrantes de 27,1%, comparada com a taxa de 15,2% para os nativos. Ainda segundo o relatório, os imigrantes são os primeiros a perderem os empregos.

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