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Sendores republicanos querem que crianças sem documentos, mas cursando a escola, sejam legalizadas.
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Um grupo de senadores introduziu, na quinta-feira (26), um projeto de lei no Congresso dos Estados Unidos, cujo texto prevê que os filhos de imigrantes que cumprirem certos requisitos possam solicitar a cidadania americana, uma legislação rejeitada pelo Senado em 2007.
O texto, chamado de “Dream Act”, busca beneficiar pessoas “que são americanas em todo o sentido, salvo em seu status legal”, disse em um comunicado o senador democrata Dick Durbin, que apresentou o projeto junto com o republicano Richard Lugar e outros seis senadores.
A legislação prevê que qualquer pessoa que tenha chegado aos Estados Unidos com 15 anos de idade, ou menos, tenha vivido cinco anos no país, esteja graduado no ensino fundamental (High School) e tenha servido nas Forças Armadas, ou estudado dois anos na universidade, poderá solicitar a cidadania.
“Essas crianças são os médicos, enfermeiros, professores, policiais, bombeiros, soldados e senadores de amanhã e devemos lhes dar a oportunidade de desenvolver seu máximo potencial”, disse Durbin, insistindo em que “não devemos castigar os filhos pelos erros dos pais”.
“Esse projeto de lei nos leva um passo à frente para acertar nosso sistema de imigração disfuncional. Precisamos de uma reforma imigratória que seja firme, justa e prática”, declarou o líder da maioria democrata no Senado, Herry Reid.
A “Dream Act”, introduzido pela primeira vez em 2001, não alcançou os votos necessários no Senado, em outubro de 2007, para ser aprovado.
Os críticos alegam que os Estados Unidos deveriam esperar para garantir a segurança em suas fronteiras antes de buscar regularizar seus 12 milhões de imigrantes ilegais, a maioria de origem hispânica.