Lúcio Souza Versão para impressão
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Segundo os direitos humanos internacionais, todo ser humano tem o direito de viver, até aí tudo bem, mas, na prática, as coisas mudam de figura. Neste planeta, até onde se pode ver e sentir vale o quanto pesa. Como exemplo a família do cantor James Brown travou uma verdadeira guerra para decidir onde o próprio iria ser sepultado. Claro, também se tratava de um grande nome da música mundial. Agora imaginem quantos miseráveis são enterrados como indigentes por dia em todo o mundo, nem um primo de segundo ou terceiro grau aparece para pelo menos rezar um Pai Nosso para o coitado. Hoje o direito de viver se transformou no direito de sobrevivência, cada um pelo dinheiro; e o sistema por todos que podem. Em minha opinião o maior absurdo deste planeta são os preços dos planos de saúde, faça você mesmo o teste, pergunte para alguém do seu lado se ele tem algum plano de saúde? Raramente você ouvirá um “sim, tenho”! É triste, mas é verdade! Tem coisas que realmente precisam ser caras, tipo ouro, brilhantes, carros e casas luxuosas, roupas de grifes famosas, etc. Essas coisas não são necessidades de nenhum ser humano, agora, consulta médica, tratamentos dentários e remédios de qualidade, deveriam ser acessíveis a qualquer pessoa de baixa renda, igual a feijão e arroz! Só para vocês terem uma idéia, existe milhares de pobres em todo o mundo, que sequer ouviram falar de exame de ressonância magnética, conhecido como (MRI), tão eficaz nas descobertas de tumores e outros problemas difíceis de serem encontrados simplesmente com a visita ao médico. Atualmente as pessoas mais humildes só estão se curando de resfriado e dor de dente, isso quando o dentista decide logo arrancar de vez o dente, para que o mesmo não o perturbe mais. E que o pobre também desapareça de vez e não volte mais ao consultório. Ainda ontem eu ouvi uma senhora dizer, “consegui juntar dez mil dólares, agora não sei se dou de entrada em uma casa, ou faço algumas plásticas”! Acho melhor dar risada de tudo isso, do que tentar entender a humanidade, até porque nós fazemos parte dela! A gente se vê na próxima semana! Tchau! Lúcio Souza (China) Diretor