Lúcio Souza Versão para impressão
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Na semana passada, com a morte do gênio da informática, Steve Jobs, os editoriais de jornais, revistas e programas de rádios de todo o mundo, não pouparam homenagens ao fenômeno da tecnologia mundial. Em meio a tantos comentários, de grandes jornalistas, apresentadores, radialistas, escritores, empresários, blogueiros e fãs, espalhados por todo planeta, fiquei horas pensando no que se poderia arrancar de diferente - na incomparável história de sucesso deste empresário.
Então, de algum lugar me veio uma pergunta que, antes mesmo de responder, achei melhor repassar para vocês... Comparando com o uso diário, quanto por cento você acha que o Steve Jobs, usou o cérebro dele mais que o seu? O que faz um ser humano ser tão diferente dos demais? No nosso dia a dia, nós encontramos diversas pessoas que nos arrancam elogios naturais, como... Nossa! Você é muito inteligente, ou parabéns pela sua capacidade! Mas sabemos que todos esses elogios surgem naturalmente, quando achamos que aquela pessoa pensou em fazer algo, que lhe fez ser diferenciada das demais.
Conheço diversas pessoas que se formaram em faculdades caríssimas, mas por algum motivo, inexplicavelmente não são bem-sucedidas financeiramente. Enquanto outros que não conseguiram terminar a escola média direito, hoje dão empregos a centenas de universitários e até pessoas já cursadas.
Isso só pode ter uma explicação... A capacidade de raciocínio! Mas podemos acrescentar o excesso de zelo em tudo que fazem, o amor à profissão, e a concentração na objetividade dos planos que traçamos para o nosso sucesso. Como sentar e fazer uma pesquisa antes de lançar uma ideia, por exemplo.
O mundo não para, se já inventaram o telefone, o rádio, a TV, a internet, o carro, o relógio, óculos, a calculadora etc. pode acreditar que neste exato momento, enquanto você está lendo este texto, neste planeta tem muita gente concentrada no seu raciocínio diário, quebrando a cabeça para que na próxima semana você venha descobrir, através talvez deste mesmo jornal, que algo muito novo acaba de ser descoberto.
Vamos fazer a nossa parte e inovar o nosso meio, o que deve ser modernizado na sua empresa? na sua casa? no seu estilo de vida? Se Steve provou que o mundo gosta de coisas modernas, porque nós temos que viver apreciando coisas ultrapassadas? Talvez seja por isto que ele nem chegou a ser um idoso. Termino este texto dando os parabéns, primeiramente àqueles que tiveram alguma ideia e, claro, com a parceria dos demais - ninguém consegue realizar nada sozinho - que fizeram a tal ideia ser hoje uma realização de sucesso.