Breno da Mata Versão para impressão
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Uma das notícias mais interessantes que surgiu nas primeiras horas de 2009, foi a previsão do russo Igor Panarin, doutor em Ciência Política e professor da Academia Diplomática do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.
Segundo ele, os Estados Unidos estariam à beira de uma guerra civil, que aconteceria possivelmente em 2010.
A teoria do russo se baseia em fatores como imigração em massa, declínio econômico e a degradação moral que os EUA sofrem atualmente. Ele crê que problemas econômicos e demográficos provocarão uma crise social nos Estados Unidos.
A ideia, que a princípio soa estaparfúdia, tem até mapa que mostra como o país ficaria depois da divisão promovida pela guerra.
Estados mais ricos reteriam fundos federais, provocando uma divisão e subsequente independência do resto do país.
Da divisão sairiam repúblicas independentes, apoiadas por outros países. A Califórnia, por exemplo, passaria a se chamar República da Califórnia, ficando sob a influência da China.
O Texas seria o coração da “República do Texas”, um núcleo de Estados que faria parte do México. O Alasca voltaria ao controle Russo.
Eu fiquei imaginando se, dessa divisão, sobraria um pedacinho para o Brasil. Afinal, nós já temos mais brasileiros aqui do que em Goiânia, capital de Goiás, prontinho para formar um estado só nosso.
Não faltaria também o espírito brasileiro, já que estamos acostumados a viver como se ainda estivéssemos no Brasil. Novelas, futebol, churrasco, Carnaval, Sete de Setembro, Copa do Mundo. Você escolhe, temos de tudo.
Também não teríamos problemas com o idioma, já que falamos português no nosso dia-a-dia.
No meu delírio particular, que tomo emprestado do russo, a região da Flórida seria perfeita para os brasucas dominarem, já que praia e muito sol não poderiam faltar na fictícia República das Bananas.
O maior problema que vejo na realização desta idéia é a escolha dos governantes. Não pela falta, mas pelo excesso de pessoas que desejariam a todo custo pegar essa boquinha.
Como sabemos, existem mais caciques do que índios aqui.
Um abraço,