Breno da Mata Versão para impressão
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O ano de 2011 começou em ritmo de guerra para aqueles que fazem uso do terrorismo a prática constante de protesto.
A Rússia conheceu a covardia dos terroristas em primeira mão este ano. Uma taque no aeroporto Domodedovo em Moscou na tarde de segunda-feira, 24, deixou 29 pessoas mortas e mais de 85 feridos, dos quais 35 em estado grave.
Segundo as autoridades russas, um homem bomba detonou o explosivo na área de desembarque de um dos aeroportos
mais movimentados do país.
Apenas a cabeça do homem-bomba foi encontrada. As autoridades russas ainda estão tentando descubrir a identidade do terrorista morto.
Em março do ano passado, outros dois atentados terroristas
no metrô de Moscou deixou 40 pessoas mortas.
O país entrou em alerta máximo e o presidente russo, Dmitry Medvedev, cancelou uma viagem para a Suíça prometendo achar e prender três pessoas suspeitas de envolvimento no ataque.
Recentemente, Moscou foi palco de violentos protestos de jovens nacionalistas, furiosos com a morte de um torcedor de futebol do time Spartak.
Eles culpavam imigrantes Cáucasos pela morte. A maior parte dos ataques na Rússia foram cometidos por separatistas da Chechênia ou de outro lugar no norte do Cáucaso.
Como se não bastasse as dezenas de mortes ocorridas mundo afora devido a catástrofes naturais, como as enchentes no Rio de Janeiro e Austrália, o mundo ainda é obrigado a conviver com pessoas que encontram na covardia de assassinar inocentes, sua arma de protesto contra um determinado governo.
Fato é que, seja contra a presença imigrante em Moscou ou outro motivo qualquer, radicais mundo afora continuam a usar a força bruta para protestar contra uma determinada política (ou ausência dela).
No meio do caminho desta guerra sangrenta, corpos de crianças, mulheres, idosos, jovens etc., vão ficando pelo caminho, num rastro de sangue que marca para sempre a imagem do homem como um ser ainda muito, muito primitivo.