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Colunista - Dra. Odilza Vital

Saúde

Pré-menopausa – Primeira parte

08/02/2005 11:00:00 AM
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Dra. Odilza Vital

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Podemos ser surpreendidas a qualquer momento, depois dos trinta e cinco, quarenta anos, por suores fortes e intensos, depressões inexplicáveis, perda do desejo sexual, insônias, esquecimentos, ressecamento vaginal e o surgimento de pequenas manchas no corpo e no rosto. São comuns também o aumento do cansaço físico e da flacidez muscular. É a pré-menopausa nos rondando, nos chamando para um novo ciclo de vida. Vida essa que pode se transformar num tormento, nos transformar em mulheres que nunca imaginamos ser. E podem ter certeza: este “pré” pode durar pouco, e logo, mostrar a intensidade da “menopausa”. Muitas vezes brincamos assim: “Fulana! Ah, essa só pode estar na menopausa...” Esse comentário sempre nos remete a atitudes duvidosas ou esquisitas da tal fulana. Mas quando temos que enfrentar esse novo furacão nas nossas vidas, fica tudo diferente. Parece que fomos levadas à força para o túnel de um tempo que sempre imaginávamos longe, muito distante de nós. Mas, quase sempre, quando percebemos, ela já chegou e não há mais como nos separarmos dela. É na fase da pré-menopausa, e também da menopausa, que a mulher mais se questiona, põe à prova tudo o que aconteceu com ela durante quase uma vida inteira. Conheci algumas que falavam da chegada da menstruação como se o primeiro absorvente tivesse entrado na rotina delas ontem. E quantas lembranças! E quantos questionamentos! Se lembram do primeiro namorado. Do primeiro beijo. Da primeira relação sexual. E se lembram mais... Dos abortos e dos filhos que poderiam ter tido, ou não, e que foram rejeitados, das entregas, das falsas ilusões, dos sonhos que nunca passaram da imaginação. É tempo de análises e avaliações pessoais. Afinal, a menopausa na vida de qualquer mulher traz à tona uma idéia, que não é verdadeira, a de que “eu, como mulher, acabei. Estou no fim da linha. Minha função principal, a de procriar, terminou.” Desde que a primeira mulher apareceu no mundo, nasceu para procriar. É função religiosa, biológica e, para muitos, inquestionável. Por isso, a menopausa representa muito mais para nós. Mesmo para aquelas que nunca pensaram na maternidade e nunca se imaginaram no papel da procriadora, quando chegam neste período da vida se põem na parede, se interrogam. Querem saber se realmente agiram certo. A menopausa é como se fosse o tempo de se mostrar. Ela tem o poder de trazer até você tudo o que aconteceu, os caminhos que a vida tomou, os rumos que escolheu para os seus dias futuros. Não conheço nenhuma mulher que não tenha passado por isso. Às vezes, elas se escondem delas mesmas, mas este “tapar o sol com a peneira” dura um tempo limitado. De uma hora para outra, todas se deparam com a pergunta: Será que fiz o certo? Será que agi honestamente comigo? Não perca a continuação deste artigo na próxima semana. Para me conhecer melhor visite o meu site www.odilzavital.com. Para marcar atendimento favor mandar e-mail para odilzavital@hotmail.com.

Dra. Odilza Vital

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